sábado, 6 de fevereiro de 2016

Zika e mosquitos transgénicos

Suponho que ainda não são conhecidas provas científicas... mas

A região onde apareceu o surto de vírus Zika, e onde apareceram os inúmeros casos de nascimentos de bebés com microcefalia (na imagem, á direita), é a mesma região no Brasil onde começaram a libertação de milhões de mosquitos Aedes trangénicos (na imagem, à esquerda)  para combater o mosquito Aedes aegypti, portador do vírus do dengue, a partir de 2011.


Supostamente, as larvas filhas dos mosquitos transgénicos, morreriam antes de chegar a adultas, reduzindo assim a população de mosquitos. No entanto, em contacto com a tetraciclina, antibiótico largamente usado e presente em lixeiras e águas poluídas, as larvas podem sobreviver. 

As consequências da libertação de um qualquer animal transgénico na natureza são absolutamente imprevisíveis, provavelmente bem mais arriscados que nas plantas, devido à  sua mobilidade. 

É pois, possível, que os mosquitos transgénicos estejam relacionados com o vírus Zika. Em vez de estudar essa possibilidade, o que se equaciona no Brasil? libertar mais mosquitos transgénicos para combater os mosquitos que transmitem o Zyka...

Assim, recomendo a leitura do texto publicado no blogue Ambiente Ondas 3 (de onde "pesquei" o vídeo), e a leitura do artigo no site de David Woolfe (de onde veio a imagem).  Embora o vídeo inclua alguns trechos menos científicos (ou mais conspiratórios), vale a pena ver e pensar!

Como disse Einstein, "Somente duas coisas são infinitas: o universo e a estupidez humana. Mas quanto ao universo, não tenho a certeza"

terça-feira, 2 de fevereiro de 2016

Dia Mundial (e a importância) das Zonas Húmidas

Dia 2 de fevereiro é o Dia Mundial das Zonas Húmidas. Para relembrar quão elas são importantes para o equilíbrio natural do nosso planeta, republico a mensagem de há 3 anos atrás (2/2/2013).

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O texto que se segue (bem como os desenhos) foi extraido de uma brochura de 2009 do ICNB (agora ICNF) sobre as Zonas Húmidas e a Convenção de Ramsar:

«O que é o Dia Mundial das Zonas Húmidas?

Lagoas de Bertiandos e de S. Pedro dos Arcos, Ponte de Lima (foto minha)
Nos finais de Outubro de 1996, na 19ª Reunião do Comité Permanente da Convenção de Ramsar, o dia 2 de Fevereiro foi oficialmente instituído como o Dia Mundial das Zonas Húmidas. Esta data coincide com o aniversário da assinatura da Convenção sobre Zonas Húmidas (Convenção de Ramsar), a 2 de Fevereiro de 1971, na cidade iraniana de Ramsar, nas margens do Mar Cáspico.
O Dia Mundial das Zonas Húmidas é uma oportunidade dos governos, organizações e da população em geral, realizarem grandes ou pequenas, mas significativas, acções no sentido da sensibilização das populações para as funções e valores das zonas húmidas, particularmente das Zonas Húmidas de Importância Internacional (inscritas na lista da Convenção sobre Zonas Húmidas).

O que é uma Zona Húmida?

Uma Zona Húmida é uma área de sapal, paul, turfeira ou água, natural ou artificial, permanente ou temporária, com água parada ou corrente, doce, salobra ou salgada, incluindo águas marinhas até seis metros de profundidade na maré baixa e zonas costeiras e ribeirinhas.

Zonas Húmidas que é preciso proteger porque são muito importantes...
  • Controlam inundações e a erosão, porque retêm e absorvem a água de grandes chuvadas e a vegetação reduz a velocidade da corrente.
  • Purificam a água, ao reterem substâncias poluentes, que acabam por se transformar, tornando-se inofensivas.
  • Alimentam reservatórios naturais subterrâneos de água doce, que o homem utiliza para diversos fins.
  • Abrigam e alimentam aves migradoras e outras espécies, em particular durante a reprodução, sendo fundamentais para a sua conservação.
  • Contrariam o efeito de Estufa, uma vez que a vegetação retém o dióxido de carbono que, em excesso no ar, impede as radiações solares de se libertarem para o espaço.
  • Protegem a costa contra tempestades, porque a vegetação reduz a acção do vento, das ondas e das correntes.
e porque muitas estão ameaçadas

Apesar da sua importância ecológica, estética e cultural, as zonas húmidas foram consideradas, durante muito tempo, áreas marginais que deveriam ser transformadas em terra seca.
Algumas actividades recreativas, construção desordenada de casas, alteração profunda dos cursos dos rios (por extracção de água, construção de canais e barragens), remoção da vegetação das margens, poluição e certas actividades agrícolas ameaçam actualmente as zonas húmidas pelo mundo, que por estas razões foram reduzidas a metade da área durante o século XX.

para as proteger existe a Convenção de Ramsar

A Convenção sobre Zonas Húmidas constitui um tratado inter-governamental adoptado em 2 de Fevereiro de 1971 na cidade iraniana de Ramsar. Por esse motivo, esta Convenção é geralmente conhecida como “Convenção de Ramsar” e representa o primeiro dos tratados globais sobre conservação.»

Fonte: http://www.icnf.pt/cn/NR/rdonlyres/F4F1BA15-7B2F-4562-B1CB-6F2C81C82DCE/0/BROCHURAramsar2009.pdf

Portugal tem atualmente 31 Zonas Húmidas consideradas de importância Internacional (ver aqui)

domingo, 24 de janeiro de 2016

Vida em Sintropia

A não perder:
«"Vida em Sintropia" é a nova curta-metragem da Agenda Gotsch.  Uma edição feita especialmente para ser apresentada em eventos na COP21 em Paris, com uma compilação de experiências expressivas em Agricultura Sintrópica. Imagens e entrevistas inéditas.»

domingo, 17 de janeiro de 2016

Sobre o Trigo Moderno

Aconselho vivamente a leitura do texto "Esclarecimento acerca do trigo moderno e o glúten", de 20/9/2015, no site da Sílvia Floresta, do qual deixo aqui um pequeno extrato:

«O trigo hoje em dia é o cereal mais problemático para a saúde (haja intolerância manifesta ao glúten ou não) porque foi intensamente manipulado/ hibridizado (ainda não se falava em alimentos manipulados geneticamente) nos anos 60-70 durante a chamada “Revolução Verde”, tendo sido criado um híbrido anão (90% do trigo hoje cultivado e consumido mundialmente) com elevada produtividade e resistência climática.

Imagem daqui
O trigo é, na alimentação, um dos maiores responsáveis por alergias e intolerâncias alimentares. Embora o motivo exacto não fosse muito claro, muitos especialistas apontavam como grande responsável o excesso de glúten existente nas actuais variedades de trigo. Um tipo de proteína encontrada em muitos cereais, incluindo o trigo, forma bolhas de ar, criando uma textura suave e maleável, de particular interesse para a indústria de panificação/pastelaria. Porque a suavidade foi e é considerada desejável, actualmente o trigo é o resultado de sucessivos híbridos de forma a ter mais glúten do que nunca.

Imagem daqui
Este novo híbrido contém uma elevada percentagem de glúten (fonte da proteína gliadina irritante para a mucosa intestinal) como jamais o trigo dos nossos antepassados conteve, e é hoje molecularmente tão complexo que o corpo já não reconhece e consegue digerir/assimilar eficazmente, levando de forma gradual a uma inflamação e permeabilidade intestinal (“leaking gut”) precursoras de toda uma série de problemas de saúde de carácter intoxicante, debilitante, inflamatório, alérgico/auto-imune. Parece que causa reacções alérgicas em geral, particularmente em mulheres de sangue tipo O.

Apesar de que o trigo possa conter muitos nutrientes, isto não quer dizer que seja necessariamente bom para nós ou fácil de digerir. De facto o trigo ocupa o segundo lugar, a seguir aos lacticíneos, no número de doenças físicas e mentais cujo consumo desencadeou em consumidores desinformados.
...
Imagem daqui
Quando ingerimos repetidamente um alimento que o corpo não consegue processar adequadamente, o sistema imunológico trata-o como um invasor, e luta contra ele. Quando isto ocorre de maneira repetida e frequente, o tubo intestinal acaba por ficar cronicamente inflamado, o que danifica a sua mucosa e faz com que esta perca a camada protectora que impede que bactérias invasoras e moléculas de alimentos não digeridos penetrem na corrente sanguínea e se espalhem pelo organismo inteiro, o que conduz a uma inflamação sistémica pelo fato de que o sistema imunológico passa a lutar contra estas “moléculas proteicas invasoras”.

A inflamação sistêmica é o início de muitas e variadas doenças, tais como doenças do coração, demência, autismo, cancro e muitas outras. É realmente de espantar que a medicina convencional tenha tanta resistência em realizar a associação entre a alimentação e saúde. 

Imagem daqui
Tudo se esclarece ao percebermos que a intolerância aos alimentos em geral é, por norma, uma resposta do sistema imunitário. A intolerância pode também ocorrer se o organismo não tiver as enzimas necessárias para digerir os ingredientes dos alimentos. No caso do glúten, a sua característica colante e pegajosa interfere com a dissolução e absorção dos nutrientes a nível do intestino. Contudo, há muitas pessoas que não têm sinais manifestos de problemas gastrointestinais, mas que podem estar a sofrer um ataque silencioso em qualquer outra parte do corpo, tal como no sistema nervoso. Os problemas digestivos e as alergias aos alimentos são muito mais fáceis de identificar, pois os sintomas, como os gases, o inchaço, a dor, a obstipação, e a diarreia, manifestam-se desde logo. Mas o cérebro é um órgão mais indefinido. Pode sofrer danos ao nível molecular, sem que se aperceba.»


Conheço várias pessoas com doenças autoimunes graves que melhoraram imenso a qualidade de vida quando deixaram de comer, entre outros alimentos, o trigo moderno.

Pessoalmente, acabo de fazer uma experiência de 2 semanas sem trigo (e também sem açúcar e à base de alimentos alcalinizantes), e a "tensão alta" voltou, ao fim de 3 anos, ao normal, mesmo tendo ingerido sal. Além disso, os "calores" típicos da menopausa que me assolavam há vários meses, cerca de 4 a 5 vezes por dia, simplesmente desapareceram! Claro que pode não ser do trigo ou apenas do trigo, mas fica o testemunho.

Ver também aqui  e aqui (em português), aqui  e aqui (em inglês).

quinta-feira, 14 de janeiro de 2016

Utopia ecológica (Viriato Soromenho Marques)

Extratos do depoimento de Viriato Soromenho Marques no artigo do Público (Ciência) "Na utopia ecológica, o importante é que a história continue", de 14/1/2016:

Imagem obtida aqui. Projeto de Mitchell Joachim
«...
Pelo seu gigantismo, a crise ambiental coloca-nos o dilema de aceitar a complexidade, e isto implica mudar o modo de vida, os hábitos de consumo, o que comemos, como nos deslocamos. Não é fácil, é como se estivéssemos a interrogar a respiração, se cada vez que inspiramos tivéssemos de pensar se estamos a fazer bem.
...
Considero que há duas utopias fundamentais. Há uma utopia clássica, que é essencialmente ética. E há uma utopia moderna, que é essencialmente tecno-científica. As utopias de Platão e de Thomas More dizem o seguinte: nós podemos criar uma sociedade melhor, temos é de ter a disposição moral para isso, temos de nos organizar ética e politicamente para isso.
...
Uma das características fundamentais da utopia tecno-científica é o falhanço entre expectativa e resultados. Augusto Comte dizia, em 1822: vamos começar uma nova idade, a idade industrial. Vamos substituir o domínio do homem sobre o homem pelo domínio do homem sobre a natureza. Vamos ter mais produção, mais riqueza. Teremos a paz porque toda a gente terá abundância. Mas a paz não aconteceu. Temos tecnologia e temos guerra e exploração.
...
É o mesmo discurso dos utopistas modernos. Na biotecnologia, argumenta-se que os organismos geneticamente modificados vão acabar com a fome no mundo. É conversa. E continuamos a dizer a mesma coisa que dizíamos sobre o nuclear, que é seguro, que está sob controlo.
...
Imagem obtida em "The Venus Project". Projeto de Jacques Fresco (sistemas urbanos - cidades circulares)
É por isso que surge a crítica ecológica. Ela não é anti-tecnológica, mas é uma crítica a esta forma de como nós transformamos a tecnologia num fim em si próprio, e não num instrumento fundamental. Se não colocarmos a tecnologia dentro de limites políticos muito precisos, ela vai-se desenvolver até ao colapso".
...
É escandaloso perceber que gastamos várias vezes mais na investigação de novos cosméticos do que nas energias renováveis. A investigação científico-tecnológica não é dominada por uma ideia de bem comum da humanidade, mas pela maximização do lucro das empresas.
...
O recente Acordo de Paris [para o combate às alterações climáticas] corresponde à visão tecno-científica contemporânea. A ideia básica é essa: deixem o mercado trabalhar, o mercado há-de encontrar a melhor solução. O acordo coloca as regras do mercado a constranger a sociedade, enquanto devemos pôr as regras da sociedade política a constranger o mercado.
...
Imagem obtida aqui. Projeto de Raimond Hullu
O sistema de compromissos anunciados pelos países não é suficiente. São palmadas nas costas, é uma conversa retórica, de que todos somos irmãos. É melhor do que não haver acordo. Mas falta a noção de que precisamos ir mais depressa. E só é possível ir mais depressa se encontrarmos mecanismos artificiais que modelem o mercado.
...
A grande utopia é termos uma sociedade que permita que cada um, dentro de limites ambientais, ecológicos, materiais, possa seguir o seu caminho. A minha utopia para o futuro é a utopia da realização do indivíduo.

Mas se não arranjarmos a casa, se não organizarmos politicamente a economia e a sociedade, não vamos ter nada disso. Teremos sociedades de refugiados ambientais, de estados policiais, de estados de emergência. O terrorismo, agora, é uma pequena amostra do que poderá vir a acontecer". »

Fonte: Viriato Soromenho Marques em "Na utopia ecológica, o importante é que a história continue", Público, 14/1/2016

domingo, 10 de janeiro de 2016

"A ERA DA ESTUPIDEZ” em Famalicão, dia 15/1

Na primeira sessão AMBIENTAR-SE de 2016, a Associação Vento Norte propõe o tema Alterações Climáticas com o filme:


e o debate dinamizado pelos convidados  Doutor Fernando Lima e Doutor Rui Faria, Biólogos - CIBIO/InBio, Universidade do Porto.
  • Dia 15 de janeiro de 2016 às 21h30 (sexta)
  • Na Casa do Território, Parque da Devesa, Vila Nova de Famalicão
  • Gratuito, entrada livre (até à lotação da sala)

O filme “A Era da Estupidez” The Age of Stupid), 2009, 92 min.) foi realizado por Franny Armstrong, e tem no papel principal o ator Pete Postlewhaite (1946-2011).



Sinopse: 
 “Após um aquecimento superior a 2°C, em 2055, a Terra já não pode ter mais condições de abrigar vidas humanas. O panorama futurista é mostrado por um arquivista, provavelmente o último homem sobrevivente de "A Era da Estupidez" (2009), que expõem fatos reais e projeções do futuro baseadas em estudos científicos, para explicar do que foi feito do planeta. A principal questão do filme, uma pergunta repetida várias vezes pelo arquivista, é por que a humanidade não evitou a sua extinção quando ainda era possível.

As sessões AMBIENTAR-SE são uma parceria entre o Município de Vila Nova e Famalicão (Parque da Devesa) e instituições locais ligadas à proteção do ambiente, que constam na exibição de um filme de tónica ambiental com debate no final.
Estas sessões ocorrerão, em 2016, na terceira sexta-feira do mês.

Informações:
parquedadevesa@vilanovadefamalicao.org / 252 374 184

Evento no Facebook:  https://www.facebook.com/events/488983724620298/

sábado, 9 de janeiro de 2016

A Guerra dos Cereais

A Guerra dos Cereais (La Guerre des Graines / Seed War):

«As sementes são um bem comum ou uma mercadoria? Devem ser partilhadas, trocadas como um recurso natural ou comercializadas em toda a linha e patenteadas?
São as sementes uma mercadoria ou um recurso vital a ser partilhado para o benefício da humanidade, tal como a água que bebemos ou o ar que respiramos? Num futuro próximo, os agricultores podem perder o direito de plantar as suas próprias sementes. Na Europa, emerge um regulamento que irá impor um controlo apertado sobre o uso de sementes agrícolas. Por trás dessa apropriação, estão cinco corporações que controlam metade do mercado de sementes e procuram alargar o seu domínio ainda mais longe.

O documentário "La Guerre des Graines", viaja da Índia à França, e até mesmo ao círculo polar, para desvendar uma silenciosa e desconhecida guerra cujo resultado é crítico - o estado da nossa independência alimentar! Neste filme, os realizadores foram ao encontro de todos os atores desta "guerra", desde ativistas ambientais, como Vandana Shiva, até às corporações e políticos europeus


Documentário transmitido pela RTP3 e que esteve disponível  na RTPPlay (legendado em português) em: http://www.rtp.pt/play/p2197/a-guerra-dos-cereais

sexta-feira, 1 de janeiro de 2016

Bom ano novo!

Não esqueçamos, nem deixemos esquecer, que a natureza é a nossa essência, a nossa base, que a ela pertencemos e a ela devemos a vida!

Um bom ano de 2016!

(Vídeo do tema Mãe Natureza, extraído do filme da Disney "Fantasia 2000", editado com música de Hans Zimmer)

terça-feira, 29 de dezembro de 2015

Escolha comer bem (Food Matters)

«Food Matters (O Alimento é Importante) explica como os alimentos que comemos podem ajudar ou prejudicar a nossa saúde. Nutricionistas, naturopatas, médicos e jornalistas ponderam sobre tópicos de alimentos biológicos, segurança alimentar, crudivorismo, e terapia nutricional. » (sinopse daqui).  

Imagem de Food  Matters (Facebook)
Trata-se de um documentário australiano de 2008, realizado pelo casal James Colquhoun e Laurentine ten Bosch, ambos nutricionistas, focado no importantíssimo papel da alimentação na saúde... e na doença. 

Mas a indústria farmacêutica (curar não dá lucro) ou a falta de atenção da medicina convencional  aos aspetos nutricionais também não ficam de fora da equação .

A não perder! Porque nós sabemos o que nos ensinam, ou o que queremos saber!

E também  porque "És aquilo que comes", ou como disse Hipócrates, o pai da medicina "Que teu alimento seja teu remédio".  



O Alimento é Importante from Cultivo Orgânico on Vimeo.

E, se a saúde pela alimentação é um assunto que lhe interessa, não deixe de ver também:

Imagem de Food Matters

domingo, 27 de dezembro de 2015

HUMAN - Aziz

Entrevista a Aziz, palestiniano que trabalha pela paz, para o filme HUMAN (2015) de Yann Arthus-Bertrand.